sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Texto de 1932 Indica a Existência de Uma Cápsula do Tempo em Curitiba.

Mega Curioso.
O documento estava em uma estátua do escultor João Turin, e foi descoberto há poucos dias, quando a estátua foi removida para ser restaurada.

Texto de 1932 indica a existência de uma cápsula do tempo em Curitiba




O escultor paranaense João Turin (1878 – 1949) terá seu acervo restaurado pela Fundação Cultural de Curitiba e, durante a retirada da estátua de Tiradentes, em uma praça na região central da capital, no último dia 25, foi encontrada uma garrafa contendo um manuscrito.
Na manhã de hoje o conteúdo da garrafa foi revelado no município de Almirante Tamandaré, na região metropolitana de Curitiba, no ateliê que leva o mesmo nome do artista e é também responsável pelo processo de restauração de suas esculturas. A garrafa, que precisou ter seu fundo cortado, continha uma moeda de 100 réis e uma carta.

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Fonte da imagem: Reprodução/ParanáOnline
A curiosidade, porém, não foi totalmente saciada com a leitura da carta, já que, ao que tudo indica, há mais uma garrafa escondida em Curitiba. O documento, que está bem conservado, indica a presença de uma espécie de cápsula do tempo, com mais documentos, moedas e até mesmo a primeira página de um jornal de 1927. O prefeito de Curitiba, Gustavo Fruet, autorizou que essa cápsula seja procurada. Confira, a seguir, o conteúdo do documento presente na garrafa encontrada:
“Aos 25 de janeiro do ano de 1932, na cidade de Coritiba, sendo interventor o interino João Perneta, prefeito municipal Coronel Joaquim Pereira de Macedo, na Praça Tiradentes, procedeu-se a remoção deste monumento da posição primitiva para a atual, que dista daquela cerca de 35 metros na direção oeste, tendo sido encontrada uma garrafa contendo uma ata impressa contendo diversas assinaturas, autógrafos e a primeira página do ‘Jornal do Dia’, de 21 de abril de 1927, e algumas moedas de níquel e cobre. A garrafa referida foi colocada na última camada de alvenaria de gruta de baixo do pedestal”.
O texto tem várias assinaturas, e uma delas é do próprio escultor, João Turin. Em declaração publicada no portal do jornal paranaense Gazeta do Povo, o coordenador do Instituto João Turin, Maurício Appel, disse que já esperava que a carta tivesse um contexto descontraído. Segundo Appel, “ele [Turin] era um grande brincalhão e imaginávamos que ele iria nos pregar uma peça”.

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