quarta-feira, 12 de junho de 2013

FELIZ DIA DAS NAMORADAS!!!

Delírios de Mim Mesma.

O amor está no ar!!! É dia dos namorados, e como é bom ler tantas mensagens de casais que se sentem especialmente felizes nesse dia, e nós estamos entre esses casais!!!

Há uma década vivemos uma união cheia de amor, paixão, tesão, amizade, respeito, lealdade, cumplicidade e muita, muita felicidade. Ao longo desses anos também brigamos e discordamos em muitas opiniões, mas mais do que as brigas, tivemos a compreensão de abrir mão daqui, outra acolá, arrumar nossa casa interior, aprender muito e amar cada vez mais uma a outra.

Você é o melhor de mim e minha motivação de vencer cada dia nesse manicômio terrestre.

Você é o brilho dos meus olhos, o arrepio da minha pele e a vida que me dá vida.

Você é a paixão que alimenta meu corpo e o amor que enche o meu peito de ternura.

AMO VOCÊ DESDE SEMPRE E PRA SEMPRE!!!
FELIZ DIA DAS NAMORADAS!!!

7 Momentos Obscuros de Programas Infantis.


Personagens coloridos, canções felizes e grandes lições sobre amizade e coragem. Se é isso que você espera encontrar em programas infantis, pode se surpreender. Com episódios polêmicos e finais bastante sombrios, séries e desenhos voltados para crianças podem causar mais pesadelos do que filmes de terror. Para relembrar alguns possíveis traumas de infância, a SUPER listou 7 momentos obscuros de programas infantis:

1. Bimbo’s Initiation (1931) – múltiplas formas de tortura e crueldade
Não bastasse ser um personagem esquecido, o cachorro Bimbo, protagonista do pequeno curta da Fleischer Studios, parece estar vivendo um pesadelo aterrorizador. Ao cair por um bueiro, o infeliz cão encontra uma série de “Velas do Mal”, que o recrutam para uma seita. Ele recusa, mas sua ~iniciação~, como define o título da animação, tem início de todo jeito: Bimbo passa a ser submetido a variadas formas de tortura.
Depois de sobreviver (por pouco) às crueldades, ele é lançado em um quarto onde descobre que o líder das velas malvadas é na verdade a aparentemente doce pin-up Betty Boop. Um final feliz? Não, não, não. De repente, é revelado que não apenas o líder, mas todos os membros da sociedade têm o rosto de Boop. Enlouquecido, ele desiste de resistir ao pesadelo e junta-se ao bando. E então, uma última surpresa: o responsável por enviá-lo a este mundo de sofrimento é ninguém menos que Mickey Mouse. Pesadelo garantido para as criancinhas.

2. The Little Pest (1931) – um bebê apanha e é afogado

Se você tem um irmão mais novo certamente aprendeu importantes lições com o desenho The Little Pest. Caso você seja o caçula, é provável que nunca mais tenha olhado com os mesmos olhos para aquele outro filho dos seus pais. A animação da Columbia Pictures tem como protagonista Scrappy, o violento irmão mais velho de Oopy, um bebê que insiste em segui-lo para todos os cantos. O objetivo de Scrappy é se livrar do irmãozinho para que possa pescar com o seu cão. E, para atingir sua meta, não há limites para a violência – ele não hesita em empregar socos violentos que lançam longe o bebê.
O toque final de crueldade acontece quando eles chegam ao lago: Oopy cai na água. Scrappy finge não ouvir e começa a sair de fininho, abandonando o irmão mais novo à própria sorte. Até que ele tem uma visão – não de sua consciência, mas da cadeira elétrica. Isso mesmo, crianças: se você matar seu irmão pode acabar sendo condenado e preso, e esta é a únicarazão pela qual não deve tentar isso em casa. Scrappy resgata Oopy e até parece se importar com seu bem estar por alguns instantes. Isto é, até o caçula pedir um pouco de água. Nesse ponto Scrappy se irrita novamente e arremessa o irmãozinho (que não sabe nadar, lembre-se) na água. Fim.

3. Tom e Jerry – frustrados no amor, Tom e Jerry se matam
Episódio: Blue Cat Blues (1956)
Se você sempre se sentiu um pouco culpado por torcer secretamente para que Tom pegasse o Jerry, fique sossegado. O trágico momento imaginado por você dificilmente é pior do que aquele apresentado pelos produtores da animação. Durante os quase 20 anos em que o desenho foi produzido, a dupla sobreviveu às mais improváveis desaventuras: de ratoeiras e cães bravos a explosões, o gato e o rato pareciam indestrutíveis. Isto é, até se apaixonarem.
O curta-metragem, exibido originalmente em 1956, logo nos apresenta um Tom desolado, sentado nos trilhos de um trem, dando claras indicações de que não pretende se levantar para a passagem dos vagões que se aproximam. “Tudo vai acabar logo”, diz a funesta narração de Jerry. Depois de perder a amada para um milionário, Tom faz de tudo para reconquistá-la (chegando até mesmo a se entregar à trabalhos escravos!). Acompanhamos então a queda livre emocional do felino, que resolve afogar as mágoas do insucesso no álcool. Onde está Jerry enquanto tudo isso acontece? Comemorando o quão sortudo é por ter uma namorada que, ops, está o traindo. A decepção une a dupla novamente, que aguarda nos trilhos a chegada do trem da morte. The End.

4. Punky levada da breca – a pequena protagonista perde todos seus amigos e sua família
Episódio: The Perils of Punky (1985)
A precoce Punky protagonizou nos anos 1980 um episódio digno de filmes de terror. Junto de seus amigos, a levada da breca resolve acampar na floresta. Eles não demoram muito para se perderem, claro. Alojados dentro de uma caverna, resolvem passar o tempo contando histórias de terror – mais especificamente, histórias de terror sobre crianças que se perdem na floresta e buscam abrigo em uma caverna. A metalinguagem é provavelmente um dos motivos que tornam o episódio um pouco mais perturbador: se você piscar na hora errada pode perder a importante informação de que os horrores prestes a serem vistos não estão, na verdade, acontecendo com a protagonista e seus amigos.
Um grupo de índios encontra os garotos e os informa que um espírito maldito habita a caverna e que Punky Brewster é a única que pode derrotá-lo. As crianças, sendo crianças, aceitam o desafio. Não demora muito para que todos os seus amigos desapareçam – e reapareçam apenas como cabeças (decapitadas?) na parede. A sequência de horror ainda inclui o pai adotivo de Punky decidindo abandonar as buscas pela garota e seu cachorrinho sendo transformado em um esqueleto. Por fim, ela consegue derrotar o espírito e descobrimos que tudo fazia parte da história contada pelos garotos. Mas, para manter a garotada aterrorizada por mais um tempo, este foi um episódio duplo – o que significa que tiveram que esperar uma semana para descobrir o que acontecia no final.

5. Alf, o ETeimoso – o protagonista é capturado pelo governo
Episódio: Consider Me Gone (1990)
Vindo do extinto planeta Melmac, Alf, o ETeimoso, provavelmente causou muitos traumas infantis – e não só porque queria comer o gato da família Tanner. No primeiro episódio, já temos uma dica do que poderia acontecer com Alf caso fosse capturado. Um agente das Forças Especiais aparece na casa da família e é bem claro no que diz respeito aos seus objetivos:“Vamos ver como ele reage ao calor intenso, congelamento, alta tensão, substâncias tóxicas, medo, falta de sono, inoculação [agulhadas], e, é claro, dissecção”.
Os Tanners ajudam a manter o alienígena seguro e em segredo, e tudo vai bem até que Alf recebe uma mensagem de duas Malmacianas sobreviventes que querem ajuda de Alf para reviver a espécie. Ele decide partir mas, antes que sua carona intergalática chegue, Alf é cercado pelas Forças Especiais. E então, aparecem os créditos finais do episódio, último da série a ser veiculado. Em defesa dos produtores, este não seria o final imaginado para o ETeimoso – a série foi cancelada antes que fosse possível avisar às criancinhas que o protagonista peludo não iria ser dissecado.

6. Família Dinossauro – protagonistas em extinção
Episódio: Changing Nature (1994)
Você não aprendeu isso na escola, mas na TV o responsável pela extinção dos dinossauros tem nome, sobrenome e camisa xadrez hipster: Dino da Silva Sauro. O patriarca da família e principal protagonista da série é o responsável direto pela era do gelo e consequente extinção da sua espécie.
No episódio que é o final oficial da série – existem mais sete episódios que foram exibidos posteriormente, mas se passam antes da grande tragédia -, uma fábrica é responsável pela extinção de importantes besouros. Os pequenos animais eram fundamentais para o controle do crescimento de uma videira que passa a se espalhar descontroladamente. Dino é encarregado de resolver o problema mas, na tentativa de acabar com as vinhas, usa uma quantidade gigante de spray que destrói toda a vida vegetal do planeta. Na tentativa de recuperar as plantas,acaba dando início à era glacial e ao fim dos dinossauros, incluindo toda a família protagonista da série e o bebê cor de rosa. Em meio a uma mensagem ambientalmente correta, Dino pede desculpas por causar a morte de todos, enquanto assistimos o apresentador do jornal encerrar mais uma edição com um mórbido “Boa noite. E adeus.” O fim.

7. Tartarugas Ninja – a lenta decomposição do doutor-zumbi
Episódio: Insane in the Membrane (2003)
“Até pouco tempo atrás eu era um homem completo”. A frase que abre o episódio, dita pelo Dr. Baxter Stockman, logo mostra ser uma piadinha de mau gosto em um dos espisódios mais perturbadores da série das amigáveis tartarugas fãs de pizza. Graças a uma sequência de desventuras científicas, Baxter é reduzido de um homem completo a um cérebro em uma jarra. Ele não se dá por vencido, no entanto, e constrói um clone de seu corpo. Tudo ia bem até que o novo corpo do azarado doutor começa a se decompor lentamente na telinha. Pelos próximos minutos, assistimos ao desaparecimento de Baxter – membro a membro.
Alguém deve ter percebido que o episódio era macabro demais para ser exibido para crianças na TV e foi disponibilizado apenas para aquelas que tinham alguns trocados para comprar o DVD com o episódio que nunca foi ao ar.
Lembra de mais algum momento obscuro de programas infantis? Conte para a gente nos comentários.

Ônibus e Nossas Mazelas.

 Delírios de Mim Mesma!!!

Adoro escrever quando estou com raiva, porque eu falo exatamente o que estou sentindo e pensando a respeito do que estou sentindo.

Hoje pela manhã me senti como andando numa corrida de carros, ou pra piorar, de ônibus. É, aqueles carros grandes completamente lotados e que andam cantando pneu pelas ruas da nossa cidade.

Não estou entre os que têm o privilégio de ter seu próprio carro, ando de ônibus pelo menos duas vezes ao dia, e sinto na pele o descaso que TODOS têm com um dos meios de transporte mais utilizados pela população.

Já é bem a quinta vez que digo que vou denunciar um certo motorista da linha “Ramal Bom Jesus”, e hoje o farei, colocando o horário e o número do seu carro nos sites competentes. Esse senhor sai pela Av. Chico Mendes a todas por hora, fazendo curvas fechadas, e machucando senhoras e senhores idosos, pessoas com muito peso, como é o meu caso, e crianças. Hoje cheguei ao ponto de gritar falando que ele não estava carregando gado no ônibus, logo depois de quase, e por muito pouco não ter batido em um celta prata na curva da primeira entrada do 14Bis.

Mas não é só isso, muito raramente o motorista da linha “Pólo Benfica” do mesmo horário, para na parada do SEST SENAT, mesmo com o ônibus relativamente vazio e com inúmeras pessoas fazendo sinal pra que ele pare.

Vivemos a vergonha e o descaso de ter uma linha com ônibus que não são suficientes, e as migalhas de adicionar uma linha em horários de pico pela manhã, e outro que só para no seu círculo.

Vivemos a graça do Sindicol de que VOCÊ PAGA pelos vales do seu cartão, mas só pode utilizar SEIS ao dia!!! Você não tem sequer o direito de utilizar suas passagens como queira, é mole?

Até vemos políticas voltadas para os motoristas, mas nós usuários de ônibus, pedestres e ciclistas, vivemos à margem de qualquer preocupação. Mas há de se entender, afinal, porque se preocupar com essas classes, se ando no conforto do meu carro luxuoso???

A verdade é que quando se trata de ônibus, vivemos uma palhaçada atrás da outra... O problema é que a maioria de nós não tem simpatia por palhaços!!!

domingo, 9 de junho de 2013

Filme: Um Divã Para Dois.

N.B.: Um excelente filme que retrata bem a figura da esposa submissa que aguenta as  chatices e grosserias do marido, mas que nunca desiste de tornar seu casamento feliz.

É uma ótima terapia para os que estão começando uma vida em comum, a fim de não deixar que seu relacionamento definhe com o passar dos anos, e uma excelente terapia para aqueles que já estão enfrentando os problemas retratados no filme, e como conseguir se apaixonar pela mesma pessoa todos os dias!!!


Não recomendado para menores de 12 anos 
Kay (Meryl Streep) e Arnold Soames (Tommy Lee Jones) estão casados há 30 anos. O relacionamento entre eles caiu na rotina e há tempos não tem algum tipo de romantismo. Querendo mudar a situação, Kay agenda para ambos um fim de semana de aconselhamento com o dr. Feld (Steve Carell), que passa a lhes dar conselhos sobre como reavivar a chama da paixão.

Sai de Baixo.




Em comemoração aos três anos do Canal Viva, o humorístico volta ao ar com quatro episódios inéditos, gravados no Teatro Procópio Ferreira, em São Paulo, palco que abrigou o seriado original por seis anos. Sucesso de 1996 a 2002, quando foi exibido na Globo, Sai de Baixomarcou a carreira de Miguel Falabella e Marisa Orth e revelou personagens inesquecíveis, como a empregada doméstica Edileuza (Cláudia Jimenez) e Ribamar (Tom Cavalcante), que não estão no revival. Nos novos episódios, que se passam onze anos após o fim da série, Neide Aparecida (Marcia Cabrita), que ocupou o lugar de Edileuza como doméstica, enriquece após processar uma de suas patroas e compra o apartamento do Arouche onde viviam Caco Antibes (Miguel Falabella), Vavá (Luis Gustavo), Cassandra (Aracy Balabanian) e Magda (Marisa Orth), a quem ela convida para um jantar. Mesmo tanto tempo depois e sem pretensão de uma volta definitiva do programa, o elenco mantém o bom humor e garante as risadas do público. Os novos episódios serão exibidos às terças-feiras a partir do dia 11 de junho, às 20h30, no Canal Viva.

Fim da Banda Calypso: Joelma Anuncia Que Quer se Dedicar à Música Gospel.

Caras.

N.B.: E como diria meu filho, a banda agora vai se chamar "Apocalypso"!!! Hehehehehehe


Desabafo de Joelma sobre vontade de se dedicar à música gospel movimentou as redes sociais na madrugada. 2014 deve ser o último ano da Banda Calypso

Tv GloboBanda Calypso
Fim da Banda Calypso: Joelma anuncia que quer se dedicar à música gospel

Uma declaração da cantora Joelma sobre sua vontade de se dedicar à música gospel gerou comoção nos fãs da Banda Calyspo na madrugada deste domingo, 9. Ela disse durante apresentação no São João da Capitá, festa junina de Recife, que quer entregar sua carreira 'à obra de Deus'.
A cantora Natália Sarraff, filha mais velha de Joelma, usou o Facebook para demostrar seu apoio à mãe. "Tudo que é bom dura pouco? Pelo contrário, tudo que é bom dura para sempre, pois tudo que e de Deus dura para sempre. Feliz por sua decisão, minha mãe. Eu te apoio, pois te conheço e sei o que se passa em seu coração, e sei que agora você está feliz de verdade. Te amo", publicou.
Diante das lamentações de muitos fãs, ela continuou: "Só acho assim: ninguém morreu, pelo contrário, acaba de nascer uma nova vida, a vida que Deus escreveu muito antes do nascimento. Então vamos parar de falar bobagens e agradecer a Deus! Pois tudo nessa vida só acontece se Ele permitir, e tudo é para Sua glória. Só sei dizer que estou feliz, feliz por saber que a pessoa que mais amo está feliz".
Joelma, que é evangélica e casada com Chimbinha, já havia declarado sua vontade de gravar um CD totalmente com música gospel. Nos álbuns da Banda Calypso, aliás, já tem sempre uma faixa dedicada a Deus. Ao que tudo indica, 2014 será o último ano de existência da banda. 
O empresário do Calypso, Fábio Macedo, declarou ao G1 de Pernambuco que por conta de compromissos já assumidos, Joelma deve se dedicar à nova carreira somente em 2015. Até o momento a assessoria da banda não se pronunciou sobre o fim da Banda Calypso, que terá sua trajetória contada em um filme e prepara CD em espanhol.

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Sonho Meu X Necessidade Popular!!!

Delírios de Mim Mesma!!!


5 Fatos Que Você Precisa Saber Sobre a “Terapia de Conversão Sexual”, Conhecida Como a Cura Gay.

Hypescience.

Por  em 5.06.2013 as 14:30
A terapia de conversão sexual, ou terapia reparativa, é um tratamento que supostamente ajuda pessoas gays a superar sua atração pelo mesmo sexo.
No entanto, a maioria dos psicólogos diz que o tratamento é ineficaz, antiético e muitas vezes prejudicial, agravando a ansiedade e auto-ódio entre aqueles tratados pelo que não é um transtorno mental – conforme foi concluído anos atrás.
Por conta de tudo isso, a Associação Americana de Psicologia desaconselha qualquer profissional a tentar “converter” gays em héteros, e o estado da Califórnia (EUA) possui uma lei que proíbe profissionais de saúde licenciados de fazer “terapias de conversão” em menores de idade. Essas políticas estão de acordo com as normas da Organização Mundial da Saúde.
Nos EUA, esse ano, dois casos envolvendo a terapia para converter homossexuais em heterossexuais chegaram aos tribunais: um processando conselheiros que oferecem o tratamento e outro buscando defendê-los.
Abaixo, leia o básico que você precisa saber sobre a terapia:

5. Porque os psicólogos afirmam que a terapia de conversão não funciona

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A homossexualidade não é considerada um transtorno mental, de modo que a Associação Americana de Psicologia (APA, na sigla em inglês) não recomenda a “cura” da atração pelo mesmo sexo, em nenhum caso.
Em vez disso, desconhecimento, preconceito e pressão para se conformar aos desejos heterossexuais são os verdadeiros perigos para a saúde mental das pessoas homossexuais.
Uma força-tarefa da APA em 2009 descobriu que as terapias de conversão, apesar de serem organizadas e defendidas por organizações muitas vezes religiosas, têm pouca evidência para apoiá-las. Uma revisão de estudos de 1960 a 2007 descobriu apenas 83 trabalhos sobre o tema, sendo que a grande maioria não tinha força experimental para provar se as terapias alcançavam seus objetivos declarados. Inclusive, muitas das pessoas estudadas nos primeiros anos foram obrigadas por tribunal a fazer as terapias, o que adiciona um elemento coercitivo aos resultados.
Os estudos de melhor qualidade analisados foram os mais recente e qualitativos, o que significa que não incidem sobre a eficácia estatística do tratamento, mas sim sobre a experiência subjetiva dos “pacientes”.
“Esses estudos mostram que uma mudança duradoura na orientação sexual de um indivíduo é incomum”, concluiu a força-tarefa. Os participantes continuaram a relatar atração pelo mesmo sexo após a terapia de conversão, e não se mostraram significativamente mais atraídos pelo sexo oposto.
No entanto, as pesquisas de fato demonstraram que a terapia de conversão pode ser prejudicial. Os efeitos negativos incluíam “perda de sensibilidade sexual, depressão, ideal suicida e ansiedade”.

4. O que acontece na terapia de conversão?

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Como a terapia de conversão não é um tratamento psicológico padrão, não há normas ou orientações profissionais para guiá-la.
Tratamentos no início da década de 1960 e 70 incluíam terapia de aversão, com pacientes levando choques ou tomando drogas indutoras de náuseas enquanto assistiam filmes homossexuais eróticos, de acordo com um artigo de 2004 do British Medical Journal.
Outros métodos testados incluem psicanálise ou psicoterapia, tratamentos de estrogênio para reduzir a libido nos homens, e até mesmo terapia eletroconvulsiva, em que um choque eléctrico é utilizado para induzir uma convulsão, com efeitos secundários como perda de memória (ou piores, como doenças cardíacas).
Mais recentemente, as pessoas que fizeram o tratamento relataram terapias de conversa que enfatizam teorias pseudocientíficas, como a ideia de que uma mãe dominadora e um pai distante tornam um filho gay.
Em abril de 2012, o escritor Gabriel Arana descreveu sua experiência em uma terapia conversora na qual seu terapeuta culpou seus pais por sua homossexualidade, e pediu-lhe para se distanciar de suas melhores amigas.
O americano Chaim Levin processou seu terapeuta por práticas enganosas. Ele abandonou a terapia de conversão depois que o “profissional” lhe pediu para se despir e se tocar a fim de “se reconectar com sua masculinidade”.

3. O que está acontecendo nos tribunais?

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Dois desafios legais têm como alvo a terapia de conversão. Os desenvolvimentos e resultados desses processos têm gerado muita discussão e polêmica na sociedade, especialmente porque são o oposto um do outro.
O primeiro é um processo civil em Nova Jersey (EUA), em que quatro antigos clientes de um grupo de aconselhamento chamado Jonah estão o processando por práticas enganosas. Os pacientes afirmam que pagaram milhares de dólares por tratamentos que não os livraram da atração pelo mesmo sexo, e que, depois, tiveram que pagar mais ainda para fazer terapia convencional a fim de reparar os danos causados pela terapia de conversão.
Em um segundo caso, na Califórnia (EUA), um juiz federal deve ouvir os argumentos contra uma nova lei estadual (passada em setembro de 2012) que proíbe a terapia de conversão para menores. Grupos conservadores afirmam que a lei é uma violação do direito à liberdade de expressão, liberdade de religião e de privacidade.

2. Como surgiu a terapia de conversão?

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O desejo de transformar pessoas gays em heterossexuais é antigo. Em 1920, Sigmund Freud escreveu sobre uma paciente lésbica cujo pai queria fosse convertida à heterossexualidade. Freud respondeu o que os psicólogos modernos respondem: que a mudança de orientação sexual era difícil e improvável.
Ele se ofereceu para ver a mulher mesmo assim, mas interrompeu a terapia mais tarde devido à sua hostilidade. Em 1935, Freud foi ainda mais longe, escrevendo a uma mulher que queria que seu filho homossexual fosse convertido que a homossexualidade “não era nada de que se envergonhar, nenhum vício, nenhuma degradação, não podia ser classificada como uma doença”.
No entanto, outros psicólogos dos anos 1900 acreditavam que a homossexualidade podia ser mudada e recomendavam uma variedade de tratamentos. Uma das tentativas mais estranhas foi a do endocrinologista vienense Eugen Steinach, que transplantou testículos de homens heterossexuais em homens homossexuais na tentativa de livrá-los dos desejos por pessoas do mesmo sexo. Não funcionou.
Um dos mais proeminentes defensores da terapia de conversão na década de 1940 e 50 foi Edmund Bergler, que via a homossexualidade como uma perversão e acreditava que poderia “curar” gays com uma terapia de confronto baseada em punição.
Uma vez que a Associação Americana de Psiquiatria deixou de classificar a homossexualidade como um transtorno mental em 1973, as terapias de conversão perderam apoio. Mas organizações religiosas de direita, como a Exodus International e a “Love Won Out” da Focus on the Family assumiram o cargo, promovendo suas próprias terapias “ex-gays”.
Ainda hoje, um pequeno grupo de psicólogos – que diverge da opinião padrão – continua a promover as terapias, como a organização NARTH, ou Associação Nacional de Pesquisa e Terapia da Homossexualidade. No entanto, o grupo tem ligações religiosas. Por exemplo, um de seus fundadores e ex-presidente, o psicólogo Joseph Nicolosi, foi uma vez porta-voz da Focus on the Family.

1. Um estudo disse que a terapia funcionava – mas seu autor assumiu falhas mais tarde

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Grupos que promovem a terapia de conversão muitas vezes apontam para um único estudo que apoia o seu trabalho. Em 2003, o famoso psiquiatra Robert Spitzer, que liderou a retirada da homossexualidade da lista de transtornos mentais da Associação Americana de Psiquiatria em 1973, publicou na revista Archives of Sexual Behavior que entrevistas com pacientes de terapia de conversão sugeriam que algumas pessoas podiam mudar sua orientação sexual.
O estudo polêmico foi altamente criticado, uma vez que se baseou em entrevistas com pacientes, em vez de parâmetros mensuráveis de desejos por pessoas do mesmo sexo. Grupos conservadores ficaram encantados de ter o apoio de Spitzer, que não estava “contaminado” com viés religioso ou ideologia antigay. Por outro lado, organizações gays se sentiram traídas.
No final, no entanto, Spitzer veio a concordar com seus críticos. “Não havia nenhuma maneira de confirmar que o que os entrevistados disseram era verdade”, ele escreveu em 2012 para o editor da revista Archives of Sexual Behavior. O estudo, segundo Spitzer, foi fatalmente falho. “Acredito que devo a comunidade gay um pedido de desculpas por ter feito reivindicações não comprovadas da eficácia da terapia reparativa”, disse.[LiveScienceFolhaSPSBBioética]

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Felicidades Meu Kaio, Meu Zé!!!

Delírios de Mim Mesma.

O que falar de você? Que você é um deus grego vivendo no Acre??? Não, isso é tão visível que todos já sabem. 

Que você se tornou um homem que me enche de orgulho? Também não, porque quando falo em você, o brilho nos meus olhos logo me denunciam.

Que seus erros o engrandecem graças a enorme capacidade que você tem em consertá-los??? Não, todos também já sabem.

De como é grande o meu amor por você??? Também não, porque canto esse trecho aos quatro ventos nos últimos 10 anos.

Meu menino homem e meu homem menino, embora todos já saibam tudo o que eu acabei de escrever, talvez falta que eu te mostre mais como eu te vejo, como você me faz bem, do imenso orgulho que tenho pelas suas escolhas e a forma como as sustenta. 

Falta que eu te mostre mais seus acertos do que seus erros, que eu seja mais tolerante com sua juventude, e aprenda mais com as suas experiências dessa e de outras vidas. 

Falta que troquemos mais vezes no dia a doce frase "eu te amo",  com aquele abraço de urso que só você sabe dar, carregado com a emoção que só nós dois entendemos.

E mesmo faltando todo esse exercício diário, fico feliz em lembrar que combinamos viver juntos mais 100 anos, e nesse restante que falta, teremos tempo pra não deixar faltar que nossos nobres sentimentos nos marquem mais do que nosso temperamento ranzinza!!! Hehehehehehe

Somos três velhas crianças arengueiras que compartilham a beleza e a fortaleza de um amor que nasce e renasce em nossos corações todos os dias. 

FELIZ ANIVERSÁRIO meu Kaio, meu Zé!!!

FELICIDADE SEMPRE NA SUA VIDA FAZENDO DE NOSSAS VIDAS UMA ETERNA FELICIDADE!!!

sábado, 1 de junho de 2013

Confira Casais Famosos Que Quase Ninguém se Lembra Mais.

GP1.

Não adianta tentar esconder o passado, porque o primeiro amor a gente nunca esquece. Ainda mais quando se trata de celebridades. Neste Dia dos Namorados, nada mais gostoso e divertido do que relembrar alguns casais famosos que por pouco não estão juntos até hoje nas capas de revistas.

Confira os casais famosos que (quase) ninguém se lembra:

Luana Piovani e Rodrigo Santoro

Imagem: ReproduçãoLuana Piovani e Rodrigo Santoro(Imagem:Reprodução)Luana Piovani e Rodrigo Santoro

Como não falar do namoro quase adolescente entre Luana Piovani e Rodrigo Santoro? Os dois ficaram juntinhos durante três anos, mas terminaram no carnaval de 2000, quando a loira foi flagrada aos beijos com o empresário Cristiano Rangel.

A traição foi notícia no país todo e a atriz chegou a comentar no ano passado o quanto se sentiu culpada pelo acontecido. "Faz parte de ter 21 anos você não ser a mais cuidadosa do mundo", justificou.

Aos 20 e poucos anos, Luana e Rodrigo formavam um dos casais mais queridinhos entre as celebridades, mas hoje quase ninguém se lembra.

Caio Blat e Preta Gil

Imagem: ReproduçãoCaio Blat e Preta Gil(Imagem:Reprodução)Caio Blat e Preta Gil

A diferença de cinco anos entre Caio Blat e Preta Gil não impediu o casal de viver um romance. O namoro foi assumido em 2000, logo após o término de Luana e Rodrigo, mas durou apenas oito meses.

Apesar do relacionamento ter sido curto, até hoje os dois são grandes amigos e frequentemente são vistos na companhia da atriz Maria Ribeiro, com quem Caio se casou em 2007.

Sandy e Paulinho Vilhena

Imagem: ReproduçãoSandy e Paulinho Vilhena(Imagem:Reprodução)Sandy e Paulinho Vilhena

Talvez Paulinho Vilhena tenha sido o primeiro e único bad boy que Sandy pôde desfrutar em sua vida amorosa. Sempre muito recatada, a cantora se envolveu com o ator quando ainda eram bem novos e gravavam a série "Sandy & Junior".

A relação durou pouco. Assim como Caio e Preta, os dois terminaram o namoro depois de oito meses juntos. Apesar disso, o ator já admitiu em algumas entrevistas que Sandy foi seu primeiro amor. Quando estavam em crise, prestes a terminar tudo, Paulinho sempre insistia para tentarem novamente.

Anos depois, Sandy conheceu Lucas Lima, se apaixonou, engatou seu segundo romance na frente das câmeras e até hoje estão juntos, casados desde 2008. Paulinho Vilhena também está bem resolvido na vida, casado com Thaila Ayala.

Eliana e Huck

Imagem: ReproduçãoEliana e Luciano Huck(Imagem:Reprodução)Eliana e Luciano Huck

O romance começou em 1997 e durou dois anos. Os apresentadores pareciam se dar muito bem, mas terminaram de supetão, quando a loira deu um pé na bunda de Huck sem muitas explicações.

A desculpa dada por Eliana foi a agenda lotada dos dois e a falta de tempo para ficarem juntos. Semanas depois, o apresentador partiu para os braços de Ivete Sangalo e esqueceu a loira. Arrependida e furiosa por ter sido trocada por uma amiga, Eliana chegou a ficar muitos anos sem falar com a cantora baiana.

Atualmente, nenhuma das duas está desfrutando do amor e da atenção de Huck. Quem acabou se dando bem foi Angélica, com quem ele é casado há quase nove anos. Por falar nela...

Angélica e Maurício Mattar

Imagem: ReproduçãoAngélica e Maurício Mattar(Imagem:Reprodução)Angélica e Maurício Mattar

Eles formavam o "casal 20" da TV Brasileira e todos apostavam em um brilhante casamento com muitos filhos. Foram cinco anos de relacionamento, entre idas e vindas, que marcaram o namoro de Angélica e Maurício Mattar.

Tudo indicava mais um conto de fadas, quando o casal se desfez do nada, sem explicações para a mídia. O motivo só ficou claro quando a loira assumiu o namoro com Luciano Huck, após se conhecerem nos bastidores do filme "Um Show de Verão".

Pelo jeito, Angélica está fadada a viver romances invejáveis. Se já nao bastasse formar o casal queridinho do ano 2000 com Maurício, agora a loira desfruta do casamento e da família perfeita com Huck.

Hipocrisia Encantadora.

Delírios de Mim Mesma.

Ontem comentei no face que tenho vivido um verdadeiro inferno astral nos últimos dias. É que às vezes passamos por coisas desagradáveis que acabam nos bloqueando, e no meu caso sofri um bloqueio tanto pra ler quanto pra escrever. Mas isso foi ontem!!!

O meu desbloqueio aconteceu quando li em um facebook da vida, uma mensagem dessas prontas que falava sobre cobras, hipocrisia, falsidade e coisa e tal. Tive vontade de rir, nem tanto pela mensagem, mas por seu portador!!! Mas tudo bem, meu delírio de hoje será sobre a real definição dos termos hipocrisia e falsidade e a diferença com o que julgo que muitos julgam que seja.
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