segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Os Melhores GIFs do Oscar 2013.


Eu deveria fazer um post bacana sobre a cerimônia, dando opinião, uma lista com os vencedores (A lista com todos os vencedores está no Terra.), mas resolvi ir atrás dos melhores GIFs do Oscar 2013, segundo euzinho.
1. Vamos começar com a Anne Linda Hathaway ~sensualizando~.
Anne Hathaway
2. Joaquin Phoenix inconformado.
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3. Kristen Stewart e toda sua simpatia.
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4. Esse GIF só está aqui porque é o Nicholson.
nicholson
5. Quvenzhané Wallis Google Pesquisar.
original
6. Muito chato quando isso acontece.
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7. Adele mandando um “Continuem falando, kiridas, enquanto eu continuo levando prêmios!!!”.
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8. Sandra Bullock sendo Sandra Bullock.
Sandra Bullock
9. Meryl Streep dando uma “ajeitada”.
Meryl Streep
10. E Jennifer Lawrence…
Jennifer Lawrence
11. … E seu “tombo”.
Jennifer Lawrence

Veja a Lista Com Indicados e Vencedores do Oscar 2013.



Com apresentação do comediante e diretor Seth Macfarlane, a cerimônia de entrega do Oscar 2013 se realizou neste domingo (24), a partir de 22h30, diretamente do Dolby Theater, em Los Angeles. "As Aventuras de Pi", de Ang Lee, o musical "Os Miseráveis" e "Argo", de Ben Affleck, foram os principais vencedores.
Veja a lista de indicados e vencedores:

MELHOR FILME
"Indomável Sonhadora"
"O Lado Bom da Vida"
"Lincoln"
"A Hora Mais Escura"
"Amor"
"Argo" (VENCEDOR)

MELHOR DIREÇÃO
Michael Haneke – "Amor"
Benh Zeitlin - "Indomável Sonhadora"
Ang Lee – "As Aventuras de Pi" (VENCEDOR)
Steven Spielberg – "Lincoln
David O.Russell – "O Lado Bom da Vida"

MELHOR ATOR
Daniel Day Lewis - "Lincoln" (VENCEDOR)
Denzel Washington - "O Voo"
Hugh Jackman – "Os Miseráveis"
Bradley Cooper - "O Lado Bom da Vida"
Joaquin Phoenix – "O Mestre"

MELHOR ATRIZ
Jessica Chastain – "A Hora Mais Escura"
Jennifer Lawrence – "O Lado Bom da Vida" (VENCEDOR)
Emmanuelle Riva – "Amor"
Quvenzhané Wallis – "Indomável Sonhadora"
Naomi Watts – "O Impossível"

MELHOR ATOR COADJUVANTE
Philip Seymour Hoffman - "O Mestre"
Robert De Niro – "O Lado Bom da Vida"
Alan Arkin – "Argo"
Tommy Lee Jones – "Lincoln"

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE
Amy Adams – "O Mestre"
Sally Field – "Lincoln"
Anne Hathaway – "Os Miseráveis" (VENCEDOR)
Helen Hunt – "As Sessões"
Jacki Weaver – "O Lado Bom da Vida"

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL
"Amor" - Michael Haneke
"Django Livre" – Quentin Tarantino (VENCEDOR)
"O Voo" – John Gatins
"Moonrise Kingdom" – Wes Anderson e Roman Coppola
"A Hora Mais Escura" – Mark Boal

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO
"Argo" – Chris Terrio (VENCEDOR)
"Indomável Sonhadora" – Lucy Alibar e Benh Zeitlin
"As Aventuras de Pi" – David Magee
"Lincoln" – Tony Kushner
"O Lado Bom da Vida" – David O.Russell

MELHOR FILME ESTRANGEIRO
"Amor" (VENCEDOR)
"Kon-Tiki"
"No"
"O Amante da Rainha"
"War Witch"

MELHOR ANIMAÇÃO
"Valente", de Mark Andrews e Brenda Chapman (VENCEDOR)
"Frankenweenie", de Tim Burton
"Para Norman", de Sam Fell e Chris Butler
"Piratas Pirados", de Peter Lord
"Detona Ralph", de Rich Moore

MELHOR FIGURINO
"Anna Karenina" – Jacqueline Durran (VENCEDOR)
"Os Miseráveis" – Paco Delgado
"Lincoln" – Joanna Johnston
"Espelho, Espelho Meu" – Eiko Ishioka
"Branca de Neve e o Caçador" – Colleen Atwood

MELHOR DOCUMENTÁRIO
"5 Broken Cameras"
"The Gatekeepers"
"How to Survive a Plage"
"The Invisible War"
"Searching for Sugar Man" (VENCEDOR)

MELHOR DOCUMENTÁRIO DE CURTA-METRAGEM
"Inocente" – Sean Fine e Andrea Nix Fine (VENCEDOR)
"Kings Point" – Sari Gilman e Jedd Wider
"Mondays at Racine" – Cynthia Wade e Robin Honan
"Open Heart" – Kief Davidson e Cori Shepherd Stern
"Redemption" – Jon Alpert e Matthew O’Neill

MELHOR CURTA-METRAGEM DE ANIMAÇÃO
"Adam e Dog" – Minkyu Lee
"Fresh Guacamole" – PES
"Head Over Heels" – Timothy Reckart e Fodhla Cronin O’Reilly
"Maggie Simpson em ‘The Longest Daycare’" - David Silverman
"Paperman" – John Kahrs (VENCEDOR)

MELHOR CURTA-METRAGEM
"Asad" – Bryan Buckley e Mino Jarjoura
"Buzkashi Boys" – Sam French e Ariel Nasr
"Curfew" – Shawn Christensen (VENCEDOR)
"Death of a Shadow (Dood van een Schaduw) – Tom Van Avermaet e Ellen De Waele
"Henry" – Yan England

MELHOR MAQUIAGEM E CABELO
"Hitchcock" – Howard Berger, Peter Montagna e Martin Samuel
"O Hobbit: Uma Jornada Inesperada" – Peter Swords King, Rick Findlater e Tami Lane
"Os Miseráveis" – Lisa Westcott e Julie Dartnell (VENCEDOR)

MELHOR EDIÇÃO
"Argo" – William Goldenberg (VENCEDOR)
"As Aventuras de Pi" – Tim Squyres
"Lincoln" – Michael Kahn
"O Lado Bom da Vida" – Jay Cassidy e Crispin Struthers
"A Hora Mais Escura" – Dylan Tichenor e William Goldenberg

MELHOR FOTOGRAFIA
"Anna Karenina" – Seamus McGarvey
"Django Livre" – Robert Richardson
"As Aventuras de Pi" – Claudio Miranda (VENCEDOR)
"Lincoln" – Janusz Kaminski
"007 - Operação Skyfall" – Roger Deakins

MELHOR CANÇÃO ORIGINAL
"Before My Time" (de "Chasing Ice") – Música e letra de J.Ralph
"Everybody Needs a Best Friend" (de "Ted") – Música de Walter Murphy e letra de Seth MacFarlane
"Pi’s Lullaby" (de "As Aventuras de Pi") – Música de Mychael Danna e letra de Bombay Jayashri
"Skyfall" (de "007 - Operação Skyfall") – Música e letra de Adele Adkins e Paul Epworth  (VENCEDOR)
"Suddenly" (de "Os Miseráveis") – Música de Claude-Michel Schönberg e letra de Herbert Kretzmer e Alain Boublil

MELHOR TRILHA SONORA ORIGINAL
"Anna Karenina" – Dario Marianelli
"Argo" – Alexandre Desplat
"As Aventuras de Pi" – Mychael Danna  (VENCEDOR)
"Lincoln" – John Williams
"007 - Operação Skyfall" – Thomas Newman

DIREÇÃO DE ARTE
"Anna Karenina" – Sarah Greenwood (design de produção) e Katie Spencer (decoração do set)
"O Hobbit: Uma Jornada Inesperada" – Dan Hennah (design de produção); Ra Vincent e Simon Bright (decoração do set)
"Os Miseráveis" – Eve Stewart (design de produção) e Anna Lynch-Robinson (decoração do set)
"As Aventuras de Pi" – David Gropman (design de produção) e Anna Pinnock (decoração do set)
"Lincoln" – Rick Carter (design de produção) e Jim Erickson (decoração do set) (VENCEDOR)

EDIÇÃO DE SOM
"Argo" – Erik Aadahl e Ethan Van der Ryn
"Django Livre" – Wylie Stateman
"As Aventuras de Pi" – Eugene Gearty e Philip Stockton
"007 - Operação Skyfall" – Per Hallberg e Karen Baker Landers (VENCEDOR)
"A Hora Mais Escura" – Paul N.J. Ottosson

MIXAGEM DE SOM
"Argo" – John Reitz, Gregg Rudloff e Jose Antonio Garcia
"Os Miseráveis" – Andy Nelson, Mark Paterson e Simon Hayes (VENCEDOR)
"As Aventuras de Pi" – Ron Bartlett, D.M. Hemphill e Drew Kunin
"Lincoln" – Andy Nelson, Gary Rydstrom e Ronald Judkins
"007 - Operação Skyfall" – Scott Millan, Greg P. Russell e Stuart Wilson

EFEITOS VISUAIS
"O Hobbit: Uma Jornada Inesperada" – Joe Letteri, Eric Saindon, David Clayton e R.Christopher White
"As Aventuras de Pi" – Bill Westenhofer, Guillaume Rocheron, Erik-Jan De Boer e Donald R.Elliott (VENCEDOR)
"Os Vingadores" – Janek Sirrs, Jeff White, Guy Williams e Dan Sudick
"Prometheus" – Richard Stammers, Trevor Wood, Charley Henley e Martin Hill
"Branca de Neve e o Caçador" – Cedric Nicolas-Troyan, Philip Brennan, Neil Corbould e Michael Dawson

domingo, 24 de fevereiro de 2013

KIA MOTORS em Parceria Com a DC COMICS Lança Uma Linha de Carros Que é o Sonho de Todo o Nerd!



A Kia Motors em parceria com a DC Comics realizou o sonho de milhares de nerds ao lançar uma linha de carros inspirada nos personagens da Liga da Justiça, são modelos exclusivos que serão colocados a leilão. O objetivo é arrecadar fundos para combater a fome na Africa.
Atualmente a linha está com 5 modelos e tem pretensões de lançar mais 3. Confira em detalhes cada uma das máquinas:
FODEROSO AO EXTREMO!
Mas agora a pergunta que não quer calar, porque o flash precisaria de um carro?

Coca-Cola Lança Latinhas Com Nomes de Elementos Religiosos em Exaltação à Diversidade.



A ação de marketing usada pela Coca-cola, trazendo os nomes dos consumidores deu tão certo que levou à empresa a pensar em uma ação na mesma linha. Agora, a Coca-cola, exaltando a diversidade religiosa do Brasil, trará latinhas com elementos importantes para cada religião.
A primeira série de latinhas trará a inscrição dos seguintes elementos: búzios, crucifixo, toga, quipá e burca. Porém, já está prevista uma segunda série com elementos religiosos mais populares ou alternativos: frango com farofa, defumador, água benta, rosa milagrosa, cilicio e mesa branca. A Coca-cola acredita que o sucesso será tão grande que algumas latinhas chegarão a substituir os elementos descritos e poderá ser comum passar por um despacho e ver a latinha de frango com farofa no lugar do frango e da farofa em si, ou fieis carregando a latinha crucifixo pendurada no pescoço no lugar do próprio crucifixo.
Vinícius Antunes
Búzios

Scar Project – O Câncer de Mama Não é Uma Fita Rosa.



Onde mora a beleza feminina? Há beleza na dor? Quem sabe as respostas possam ser encontradas nos ensaios fotográficos que David Jay faz para o SCAR Project. Um projeto que mostra que o câncer de mama exige mais seriedade que uma fita rosa e que o encanto feminino é superior ao sofrimento.

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© David Jay, Scar Project.


Todo dia ela faz tudo sempre igual. O despertador toca, ela acorda preguiçosamente desarrumada e corre para o banheiro, toma um banho com o sabonete líquido que promete uma pele aveludada, lava o cabelo com o shampoo que reconstrói o que a coloração da moda destruiu, substitui o café da manhã que estava acostumada a tomar na casa de sua mãe por um iogurte que promete deixá-la mais leve, a roupa deve dar a impressão de que ela acorda linda e a maquiagem deve esconder as olheiras causadas pelas noites em busca do príncipe encantado. O cotidiano da música de Chico Buarque é belíssimo. O nosso, nem tanto assim.



David Jay é um fotógrafo que está acostumado a conviver com a feminilidade. Fotógrafo de moda há 15 anos, ele convive diariamente com questões que permeiam o universo da beleza feminina: a busca pelo corpo perfeito, a ditadura da magreza, a efemeridade com que a moda trabalha, enfim, todas essas barreiras pelas quais as mulheres devem passar ao nascer de cada dia.

Mas o projeto de sua autoria que mais chama a atenção nada tem a ver com o mundo da moda, apesar de estar completamente ligado à vida feminina. No SCAR Project nos é apresentada outra visão da beleza feminina: sem idealizações, sem as construções materiais que a moda implica, sem a urgência que nos é imposta.

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© David Jay, Scar Project.


O primeiro contato com as fotografias do projeto pode causar várias reações; haverá aqueles se que se revoltam e argumentam que não há beleza na dor, que isso é exploração. Mas há que se dar a chance de as imagens falarem mais do que o superficial. Há, sim, beleza na dor, mas não a beleza massificada de todos os dias: há o encanto inerente à condição humana, na sua total fragilidade.

Tudo começou quando Jay viu uma amiga de apenas 29 anos ter que passar por uma cirurgia mastectômica, que consiste em retirar completamente a mama e é um dos possíveis tratamentos para o câncer. Segundo David, essa foi a maneira que ele encontrou de confrontar e aceitar a situação. Daí em diante, várias mulheres foram fotografadas pelas suas lentes.

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© David Jay, Scar Project.


De acordo com o fotógrafo, o objetivo do projeto é o mesmo de outras campanhas: o de alertar mulheres para o perigo do câncer de mama. Porém, são dois os grandes diferenciais: o primeiro é o público alvo, que é o de mulheres jovens; o segundo é a honestidade com que ele procura mostrar a doença.

Para Jay, as campanhas de combate ao câncer acabam não alertando para o real perigo, escondidas atrás de laços rosa e propagandas “fofas”. Seu objetivo vem na contramão dessa ideia, nas suas palavras: “Eu não vou mostrar apenas metade da história - que tudo vai ficar bem e essas meninas têm câncer de mama, mas irão continuar com suas vidas - porque esse não é o caso. Eu gostaria que fosse o caso, mas a realidade é que algumas dessas meninas estão morrendo e é importante ter a sua história, mas também porque essa é a realidade da doença.”

Ele ainda argumenta que em uma análise mais demorada é possível perceber que as imagens não são estritamente sobre o câncer de mama, mas sim sobre autoaceitação, compaixão, amor e humanidade. O fotógrafo complementa: “Trata-se de aceitar tudo que a vida nos oferece... toda a beleza... todo o sofrimento também... com graça, coragem, empatia e compreensão. "

Dizem que a mulher é o sexo frágil. Mas que mentira absurda! Sábias palavras, Erasmo!

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© David Jay, Scar Project.

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© David Jay, Scar Project.

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© David Jay, Scar Project.

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© David Jay, Scar Project.

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© David Jay, Scar Project.

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© David Jay, Scar Project.

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© David Jay, Scar Project.

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© David Jay, Scar Project.

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© David Jay, Scar Project.

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© David Jay, Scar Project.

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© David Jay, Scar Project.

Agnóstico ou Ateu?

N.B.: O melhor vlogueiro que já assisti!!!

7 Lendas Urbanas Brasileiras (em Que Você já Acreditou).



É bem provável que você tenha escutado uma ou duas histórias de terror na vizinhança – uma loira misteriosa (e assombrada) que vive no banheiro da escola, aquele seu disco favorito que, na verdade, esconde uma mensagem do diabo ou um homem assustador que leva embora criancinhas que se comportam mal. Para você ficar mais tranquilo, a SUPER preparou uma lista com 7 lendas urbanas brasileiras que não passam de histórias pra boi dormir – ou será que não?

1. As facas escondidas nos bonecos do Fofão
 
Separados ao nascer?

Ninguém conseguia resistir ao charme das bochechas avantajadas do (aparentemente) inocente alienígena vindo do planeta Fofolândia. Fofão, personagem vivido na telinha por Orival Pessini, fez tanto sucesso ao lado da turma do Balão Mágico, no início da década de 80, que ganhou seu próprio programa na Rede Bandeirantes em 1986. Não muito tempo depois, ganhou também um boneco feito à sua imagem e semelhança, que virou febre entre a criançada – pelo menos, até inspirar uma lenda urbana pra lá de macabra. Dizia-se por aí que o recheio do brinquedo não era tão fofinho assim: quem abrisse sua barriga encontraria dentro do boneco uma faca negra. Pacto com o diabo era a explicação mais popular – e até a semelhança entre Fofão e Chucky, o brinquedo assassino, foi apontada. Quem já estripou o boneco garante que a “coluna vertebral” do Fofão era mesmo feita com um objeto pontudo. Será?

2. Xuxa e seu pacto com o demo
 
Nada de “doce, doce, doce, a vida é um doce, vida é mel” – dizia-se que “sangue, sangue, sangue” era o refrão lado B da canção Doce Mel, um dos hits da rainha dos baixinhos. Na década de 80, teorias conspiratórias ligavam Xuxa ao diabo (só isso explicaria sua ascensão ao estrelato, aparentemente) e garantiam que seus discos escondiam mensagens satânicas. Para ouvir o refrão “alternativo”, era só girar o LP do álbum Xou da Xuxa no sentido anti-horário. Como se não bastassem as supostas mensagens subliminares escondidas em suas músicas, as bonecas da Xuxa também faziam parte da polêmica: reza a lenda que os brinquedos ganhavam vida durante a noite e assassinavam suas donas.

3. Chupa-cabra
O vampiro das Américas não brilha no escuro (via)

Apesar de as histórias sobre esta temível criatura terem começado em Porto Rico, não faltaram relatos para tornar a lenda popular (e assustadora) no Brasil durante os anos 1990. Tudo começou em 1995, quando foram descobertas oito cabras mortas com dentadas no pescoço e sangue completamente drenado. Mais de 150 casos semelhantes foram registrados até agosto daquele ano. Em dezembro, o número de animais mortos nestas circunstâncias já ultrapassava a marca de 1 mil. Razão suficiente para dar início à lenda sobre uma criatura semelhante a um morcego. Existem até testemunhas que garantem já terem avistado esse tal vampiro das Américas.

4. A loira do banheiro
Até a turma do Limoeiro tem medo da Loira do Banheiro (via)
Uma lenda urbana com um fundinho de lição de moral. Você com certeza já ouviu a história da loira do banheiro. Reza a lenda que uma jovem e bela menina matava aulas no banheiro da escola e seu castigo foi mais do que pegar recuperação. As versões sobre a sua morte divergem: alguns dizem que a pobre garota escorregou e bateu a cabeça, outros afirmam que ela teria se suicidado ou, até mesmo, sido assassinada. Inconformada com a morte prematura, ela passou a assombrar os banheiros da escola, e não faltam relatos de estudantes que juram ter visto uma versão brasileira da Murta que Geme perambulando entre as privadas. Nada de matar aula no banheiro, crianças.

5. Homem do saco
Não, não estamos falando do bom velhinho

Nada melhor para educar filhos que contar uma história que vai matá-los de medo, diz a sabedoria popular. E se a lição do dia é sobre obediência, a história do homem do saco é uma boa pedida. Segundo a lenda, um velho assustador que perambula pelas ruas sequestra crianças que saem de casa sem a companhia de um adulto. Outra versão da história (ainda mais cruel com os pequenos), é que o Homem do Saco faria o trabalho inverso ao do bom velhinho: ao invés de visitar as crianças boazinhas e deixar presentes, como o Papai Noel, o velho malvado visitaria apenas os desobedientes e os levaria embora dentro de seu saco.

6. A Gangue do Palhaço
Tudo começou quando o Notícias Populares, jornal que circulou em São Paulo entre os anos de 1963 e 2001, retomou na série “Crimes que abalaram o mundo”, publicada na década de 1990, a história de um palhaço que assassinou dezenas de criancinhas nos EUA nos anos 1960. Não demorou muito para que tivesse início um boato sobre a chamada “Gangue do Palhaço”, atuante na região metropolitana da maior capital brasileira. Como quem conta um ponto sempre aumenta alguns pontinhos, logo a lenda se tornou tão detalhada que parecia até verdade: dizia-se que o grupo de criminosos era liderado por um palhaço da cidade de Osasco que roubava órgãos em uma Kombi azul.

7. Bebê-diabo
Novamente o Notícias Populares. No dia 11 de maio de 1975, a capa do jornal estampava a manchete “Nasce o bebê diabo”. A lenda, um produto do próprio jornalismo, surgiu desprentensiosamente: o jornalista Marco Antônio Montadon resolveu escrever uma crônica de horror inspirada no (nem um pouco sobrenatural) nascimento de uma criança com um prolongamento no cóccix e duas saliências na testa em um hospital do ABC paulista. A história fez tanto sucesso que acabou virando uma série – ao longo de mais de um mês os passos (verídicos ou não) do monstrinho apareceram no jornal.