sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Feliz Aniversário, Lôla!!

Delírios de Mim Mesma.

Você Sempre Foi Meu Pé No Saco!!! Hehehehe... Brincadeira!!!

Como Irmã Mais Velha,  Você Sempre Cumpriu Seu Papel, Umas Vezes Protetora, Outras Chata, Outras Vezes Legais, Outras Chata De Novo, Outras Vezes Cuidadosa, Outras Chata Mais Uma Vez, Outras Vezes Carinhosa, Outras Sempre Chata!!! Hehehehehe

Mas No Final, Você Sempre Fez Com Que Eu Continuasse Te Amando!!!

FELIZ ANIVERSÁRIO, LÔLA!!!
AMO VOCÊ!!!

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Ídolos 2009!!!



" Será Que Esse Povo Do Ídolos Vai Entender Que As Músicas Não Precisam De Nova Roupagem, Só De Novas Vozes?!
Esse Ano Ídolos Tá Uma Porcaria!!!"

O Pão de Cristo!!


Depois de meses sem encontrar trabalho, Vitor recorreu à mendicância para sobreviver, coisa que o envergonhava muito. E numa tarde fria de inverno, encontrava-se nas imediações de um clube social quando viu chegar um casal. Meio sem jeito, ele se dirigiu ao homem e pediu algumas moedas para comprar algo para comer.


– Sinto muito, amigo, mas não tenho trocado.

Ouvindo a resposta, a esposa perguntou ao marido:

– O que queria o pobre homem?

– Dinheiro para comer. Disse que tinha fome.

– Lorenzo, não podemos entrar, nos alimentar fartamente e deixar um homem faminto aqui fora!

– Hoje em dia, há um mendigo em cada esquina! Aposto que quer dinheiro para beber.

– Tenho dinheiro na bolsa. Vou dar-lhe alguma coisa – insistiu a senhora.

Mesmo de costas para eles, Vitor ouviu o que disseram. Envergonhado, queria afastar-se correndo, mas a amável voz da mulher lhe disse:

– Aqui tem o suficiente para se alimentar bem, consiga algo saboroso para comer. Ainda que a situação esteja difícil, não perca a esperança. Em algum lugar existe um trabalho para você e peço a Deus que o encontre.

– Obrigado, a senhora me ajudou a recobrar o ânimo. Jamais esquecerei sua gentileza.

– Você estará comendo o Pão de Cristo, partilhe-o! – disse ela com um largo sorriso, dirigido mais a um homem de fé do que a um mendigo.

Vitor sentiu uma forte emoção, como se uma descarga elétrica lhe percorresse o corpo. Encontrou um lugar barato para se alimentar, gastou a metade do que havia ganhado e resolveu guardar o resto para o outro dia. Comeria o ‘Pão de Cristo’ dois dias!

– Um momento! – pensou. – Não posso guardar o Pão de Cristo somente para mim.

E andando, viu um velhinho sentado na calçada.

– Ei, você! – exclamou Victor. – Gostaria de entrar e comer alguma coisa?

– Você fala sério, amigo? Não estou acreditando em tamanha sorte; passo fome desde ontem!

No final do lanche, Vitor notou que o homem envolvia um pedaço de pão em sua sacola de papel.

– Está guardando um pouco para amanhã? – perguntou.

– Não, não. É que tem um menininho onde costumo dormir que tem passado mal ultimamente e estava chorando quando o deixei. Acho que tinha muita fome. Vou levar-lhe este pão.

– O Pão de Cristo! – repetiu as palavras da mulher e teve a estranha sensação de que havia um terceiro convidado sentado naquela mesa.

Os dois homens levaram o pão ao menino faminto que começou a engoli-lo com alegria. De repente, ele se deteve e chamou um cachorrinho assustado.

– Tome, fique com a metade – disse o menino. – O Pão de Cristo alcançará você também.

O garoto tinha mudado de semblante desde o momento que ouviu a história de como começou a partilha do Pão de Cristo. Logo se pôs de pé e partiu para vender jornais com alegria.

– Até logo! – disse Vitor ao velho. – Em algum lugar haverá um emprego, não se desespere.

Ao se afastar, Vitor reparou que o cachorrinho lhe cheirava a perna. Agachou-se para acariciá-lo e descobriu que tinha uma coleira com o endereço de seu dono. Caminharam um bom pedaço até encontrarem o local.

Contente por rever o cachorro, o dono do animal falou:

– No jornal de ontem, ofereci uma recompensa pelo resgate. Tome, este dinheiro é seu.

– Não posso aceitar. Somente queria fazer um bem ao cachorrinho – comentou Vitor.

– Para mim e minha família, o que você fez vale muito mais que isto. E se precisar de um emprego, venha ao meu escritório amanhã. Gostei da sua honestidade.

Ao voltar pela avenida e entrar numa igreja para agradecer, uma missa estava sendo celebrada e Vitor ouviu este velho hino no momento da comunhão:

‘Todo aquele que comer do meu Corpo que é doado, todo aquele que beber do meu Sangue derramado, e crer nas minhas Palavras que são plenas de vida, nunca mais sentirá fome e nem sede em sua lida. Eis que sou o Pão da Vida, eis que sou o Pão do Céu! Faço-me vossa comida, Eu sou mais que leite e mel’.

Pois é, feliz daquele que acredita nas promessas de Deus e partilha as bênçãos que recebe com os pobres. A paz e a justiça só acontecerão em nosso meio se, primeiro, existirem em nossos corações. E parece tão simples não complicarmos as coisas, unindo nossas forças em favor dos mais necessitados, não é mesmo? Mas, infelizmente, quem pensa ser o mais forte prefere brigar com outros ‘fortes’ enquanto centenas de pessoas assistem o ‘duelo’ na miséria.

O mundo sempre foi assim, mas, na eternidade celeste, tudo será diferente. Muitos mendigos serão exaltados e terão suas recompensas. Eis as palavras de Jesus no Evangelho de Mateus (23, 9-12):

“Na terra, não chameis a ninguém de pai, pois um só é vosso Pai, aquele que está nos céus. Não deixeis que vos chamem de guias, pois um só é vosso Guia, Cristo. Pelo contrário, o maior dentre vós deve ser aquele que vos serve. Quem se exaltar será humilhado, e quem se humilhar será exaltado”.


* PAULO ROBERTO LABEGALINI - Escritor católico, Prof. Doutor da Universidade Federal de Itajubá – MG. Pró-reitor de Cultura e Extensão Universitária. *

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

15 de Outubro - Dia Dos Professores!!!

Delírios de Mim Mesma.

A Maior Parte Do Seu Tempo Você Passa Com Eles!!!
Alguns São Legais e Divertidos, Outros Mais Sérios, e Outros Chatos, Muito Chatos!!!
Mas o Fato é Que Eles Estão Sempre Presente Nas Nossas Vidas, e Muitos Marcam Tanto Que Quando Adultos Não Podemos Deixar Passar em Branco Uma Data Tão Especial.


Pré-Escola: Tia Eva, Tia Francisca, Tia Antônia.
1ª Série: Profª Graça.
2ª Série: Profª Lígia.
3ª Série: Profª Mª de Jesus e Profª Zeiza.
4ª Série: Profº Humbertino.

Ensino Fundamental (A Maioria Me Acompanhou Durante Todo Esse Período) : Profª Cátia, Profª Maria José, Profª Marcos, Profº Juca, Profª Elza, Profª Selêucia, Profº Santiago, Profª Ceuma, Profº Leôncio, Profº Antônio, Profª Inês, Profª Eliana, Profª Neuza, Profº Marcelo, Profº Erasmo, Profº Henrique (In Memorian), Profº Firmino,  Profª Balbina (In Memorian)...........................................

Ensino Médio: Profª Socorro, Profº Marcus, Profº Marcos, Profª Regina, Profº Laurindo, Profª Rose, Profª Ivanir, Profª Nilcete, Profª Rosana, Profº Juca, Profº Erasmo, Profª Nair, Profª Francilene, Profª Maiá, Profª Balbina (In Memorian), Profº Francisco, Profº José, Profº Paulinho ....................................

Faculdade: Profº Nelson Castanheira, Profº Petrus, Profº Rodrigo, Profº Tomas, Profº Carlos, Profº Paulo Sertek, Profº Sérgio, Profº Benhur, Profª Sônia, Profº Luiz Roberto, Profº Roberto..............

Aff, São Tantos, Que Tenho Certeza Que Esqueci Alguns. Mas Isso Não Significa Que Tenham Sido Menos Importantes, Ao Contrário, Todos Foram Extremamente Importantes Na Minha Vida, E Alguns Se Tornaram Meus Amigos Até Hoje, Mas É Que Vocês Me Fizeram Estudar Tannnnnnnnnnnnnnnnnnnnto, Que Hoje Em Dia Minha Cabecinha Não É Mais a Mesma... Hehehehehe.

Aos Meus Professores...
Parabéns Por Esse Dia!!!

















domingo, 11 de outubro de 2009

Vale A Pena Rir De Novo!!!

Pra Pensar: ENEM 2009!!! Felipe Pradella - "Todo Mundo Tinha Acesso à Prova"

Revista Época.





Um dos indiciados pelo roubo do Enem conta sua versão dos fatos relativos ao vazamento do exame

O corretor de imóveis Felipe Pradella parece não ter noção da gravidade da situação em que se envolveu. Indiciado pela Polícia Federal como um dos cinco responsáveis pelo vazamento e roubo da prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), Pradella diz que estava tentando ajudar milhões de estudantes. “Um monte de gente ia passar por uma fraude”, afirma. “Consegui delatar, mas eu queria ter ganhado o mérito.” Nervoso, Pradella só aceitou dar entrevista na madrugada da sexta-feira dia 9, ao lado da advogada. Durante uma hora, contou como eram as condições de segurança na preparação do exame, como aconteceu o vazamento e falou sobre a tentativa de vender a prova para a imprensa.

ENTREVISTA - FELIPE PRADELLA
QUEM É


Corretor de imóveis, de 32 anos, contratado pela Cetro, uma das empresas terceirizadas pelo MEC para a impressão do Enem. O serviço era feito na gráfica Plural

O QUE FEZ

Afirma que recebeu uma cópia da prova de um conhecido e, com outro colega, tentou vendê-la para a imprensa. Acabou indiciado pela Polícia Federal

ÉPOCA – Qual era sua função na gráfica que imprimia o Enem?

Felipe Pradella – Fui contratado como conferente, mas não tinha uma função específica. A gente embalava caixas, conferia mercadoria, retirava pallets, que é onde ficam as provas lacradas.

ÉPOCA – Quantas pessoas faziam isso?

Pradella – Trinta ou 40, sem função definida.

ÉPOCA – Todos tinham acesso à prova?

Pradella – Todo mundo tinha acesso à prova. A gente não tinha um local específico para ficar e para trabalhar. Só na impressão a gente nem passava perto.

ÉPOCA – As provas já vinham lacradas dentro de um envelope?

Pradella – Não, vinham num papel com a capa. Depois, no final, para levar as provas para as escolas, é que estavam lacrando e colocando nas caixas.

ÉPOCA – Quais eram as instruções de segurança?

Pradella – Não podia entrar com celular e bolsa. No dia em que o rapaz contratou a gente, disse:“Não pode falar em bares e lanchonetes, não pode divulgar o que vocês estão trabalhando”. Fui saber no segundo ou terceiro dia que era o Enem.

ÉPOCA – Onde ficavam bolsa e celular?

Pradella – Deixava no carro. A instrução é que não podia entrar com celular. E muitas vezes eu mesmo esqueci e entrei, atendia lá dentro, normal. Às vezes, eu até falava (para colegas) que não era para ficar atendendo celular toda hora. Mas todo mundo atendia namorada, esposa, filho. Não tinha alguém que vigiasse.

ÉPOCA – Faziam revista? Os funcionários eram revistados na entrada e na saída?

Pradella – Nunca teve.

ÉPOCA – Não havia seguranças?

Pradella – Tinha pessoas que eu não sei dizer se eram da Polícia Federal ou Civil. Eu conversei com um que é policial civil. Eram cinco, que trocavam de turno, ficavam sentados, olhando se tinha alguém mexendo na provas.

ÉPOCA – Quando você percebeu que a prova poderia ser vazada?

Pradella – Na hora em que ela chegou na minha mão e contei para o meu amigo, o Gregory (o DJ Gregory Camillo). Ele falou: “Como arrumou?”. Eu falei: “Foi o moleque que trabalha lá (Felipe Ribeiro) que me deu”. Ele disse: “Isso dá o maior furo jornalístico, vamos divulgar”. Eu falei: “Se está comigo, com quantas pessoas não está? Vamos fazer uma denúncia”. “Vamos, dá até para ganhar um dinheiro.”

ÉPOCA – Como foi o vazamento?

Pradella – Não sei. Recebi a prova no carro, indo embora do serviço. Como o Felipe (Ribeiro) pegou, não perguntei. Eu estava quase para descer do carro, e ele falou: “Estou com a prova aqui”. Ela estava meio fechada, dei uma olhadinha. Ele falou: “Fica a prova aí com você”. Eu guardei na bolsa. Isso foi dia 23 ou 24.

ÉPOCA – A polícia disse que a prova vazou no dia 21 de setembro. Ela ficou com o Felipe esse tempo todo?

Pradella – Não sei.

ÉPOCA – Você ficou sozinho com a prova?

Pradella – A prova ficou na bolsa, eu fui para casa dormir. Na hora de ir trabalhar, peguei a bolsa, e ela ficou no carro. No outro dia, encontrei com esse meu amigo (Gregory, o DJ). Na hora em que ele ouviu do Enem, já cresceu o olho. Ele falou que conhecia umas pessoas que dava para divulgar. Pensei na segurança (da gráfica). Tem uma hora que para um ônibus, com gente que vem trabalhar duas ou três vezes por semana, e desce (sic) dois ônibus cheios, tudo entrando na gráfica. Pensei em quanta gente já devia ter essa prova.

ÉPOCA – Depois a prova ficou com quem?

Pradella – Com ele (Gregory), que foi fazer os contatos. No dia seguinte, o Gregory falou que estava resolvendo. Aí ele foi me buscar. Disse que tinha um colega que ia auxiliar. Chegamos lá, era uma pizzaria desse rapaz (Luciano Rodrigues). Ele viu e falou: “O negócio é sério, dá para vocês fazerem um furo legal”. Ele ligou para um monte de gente. Acho que já ligou para a Renata (Cafardo, repórter de O Estado de S. Paulo, jornal que divulgou o vazamento da prova). Ele anotou um monte de telefones e deu na mão do Gregory.

ÉPOCA – Como surgiu a questão do dinheiro? Luciano teria parte no dinheiro?

Pradella – Não, ele não falou a respeito.

ÉPOCA – O contato com a imprensa foi no dia seguinte?

Pradella – Eu estava na casa da minha namorada, ele ligou e disse: “Vem para cá, a gente precisa conversar”. Já tinha entrevista com um fulano. A gente encontrou com três pessoas, até um rapaz da Globo (Editora Globo, um repórter de ÉPOCA). O primeiro contato foi com o rapaz da Record. Eu cheguei e eles (Gregory e o repórter) já estavam conversando. O cara estava falando: “R$ 500 mil é um negócio interessante, interessa para mim, vou entrar em contato”. O Gregory deu um telefone para ele.

"A instrução (da gráfica) é que não podia entrar com celular.

Muitas vezes eu mesmo esqueci e entrei, atendia lá dentro, normal"

ÉPOCA – Você já sabia quanto seria?

Pradella – Não. Aí ele disse que tinha que ir porque já tinha marcado com o cara da ÉPOCA. No momento em que eu cheguei, ele (Gregory) falou para perguntar se interessava comprar matéria. Ele (repórter) falou: “O que vocês têm?”. Eu falei e disse que a Record acabou de oferecer R$ 500 mil. Aí o Gregory chegou e perguntou se interessava. Fui saindo, não sei, ele (o repórter) falou que a Globo não comprava.

ÉPOCA – E depois?

Pradella – Estava quase no horário da entrevista com a Renata. Chegamos, e o Gregory falou que ia estacionar. Num primeiro momento, não vi os dois (jornalistas do Estado de S. Paulo). Peguei meu celular porque ele (Gregory) demorou, e fui lá fora ligar. Foi a hora da foto do jornal. Deu um minuto, ele apareceu. Ela (a repórter) falou: “E aí, o que vocês têm?”. Gregory falou: “Tô com o Enem, é um furo, a gente quer vender”. Ela falou: “Quanto é?”. Ele falou: “O cara da Record ofereceu R$ 500 mil”. O Sérgio (Pompeu, o outro repórter de O Estado de S. Paulo) se interessou. Esse cara falou: “A gente se interessa, mas a gente quer exclusividade e preciso ligar para o meu diretor”. Ela pediu para dar uma olhada na prova. Acho que os dois ficaram meio abismados. Falaram: “Até as 11 horas eu ligo para o Gregory”.

ÉPOCA – Como foi sua reação quando saiu a primeira reportagem?

Pradella – Acordei cedo na minha namorada, 8 horas, passou no jornal, na TV. Eu estava tomando café, quase engoli o copo. “Vazou informação...” “Dois rapazes...” Quase morri do coração. Primeiro, fiquei revoltado, passou na TV que melou o Enem e eu vi minha foto. Pensei: “Meu Deus, eles falaram que iam comprar uma informação, não entendi”. Liguei para o Gregory e falei: “Meu, você viu o que ela fez?”. E ele disse: “Depois te ligo, não posso falar no telefone”. Desligou. Liguei à tarde, ele não atendeu mais.

ÉPOCA – Como foi sua reação quando soube que o Enem havia sido cancelado?

Pradella – Consegui o que eu queria, delatar o fato ocorrido. Mas eu queria ter ganhado o mérito. O que apareceu foi o contrário. Queria ter aparecido como o cara que fez uma denúncia, que salvou um monte de alunos.

ÉPOCA – Você achou que estava ajudando?

Pradella – Achei não, eu ajudei os alunos. Se fosse depois da prova, do que ia adiantar? Um monte de gente ia passar por uma fraude. Mas não foi esse o mérito que eu ganhei.
 
 
Fonte: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI97921-15223,00-FELIPE+PRADELLA+TODO+MUNDO+TINHA+ACESSO+A+PROVA.html

Com o Tempo Nos Perdemos de Nós Mesmas?


Onde está aquela pessoa que agora já não reconheço mais no espelho?


Crescer, tomar as responsabilidades como suas, aceitar as derrotas e superar o cansaço de um fracasso, suspirar aliviada por uma conquista ou tantos outros prazeres e decepções da vida, nos fazem mudar. Você sente falta do seu eu de 10 anos atrás? Procura por insights que tornem aqueles momentos próximos ao gosto de adrenalina do passado?

Não digo que a busca desse sentimento seja o desejo de voltar ao que se fora um dia no passado, não, mesmo porque certamente a maioria que está a ler este texto, não trocaria a imaturidade de anos atrás pela experiência que trouxe até aqui.

Agora, você numa segunda-feira no escritório, quem disse que não dá aquela vontade louca de subir na mesa gritando que odeia segunda-feira, sair para beber e na terça voltar como se nada tivesse acontecido. Precisamos por muitas vezes liberar a adrenalina escondida naquele eu que ficou para trás por tantos motivos, tantas responsabilidades que, agora já tantas vezes cumpridas, podem ser delegadas ou mesmo aguardar um pouco nesse seu momento de extravasar todo esse peso.

Carregamos tantos fardos, tantos problemas, muitas vezes muito mais os problemas dos outros do que os nossos que, aliás, já pesam o suficiente para te dar problemas na coluna daqui alguns anos. Estive conversando com uma amiga esses tempos que alegava que a esposa não conseguia entender esse desejo dela de querer voltar a sentir um pouco do gosto do que ela foi um dia, sem, contudo voltar a ser aquela pessoa, pois como ela mesma diz – Voltar para o meu passado não quero, eu era uma idiota!

Eu também. Nos acomodamos tanto na nossa rotina, onde não vemos mais as novidades que víamos há tempos atrás. Por exemplo, você lembra da emoção que foi a primeira vez que dirigiu? Lembra da última? Incomparável, agora você dirige no automático, nada mais é novo e seus medos ficaram para trás numa segurança que não existia antes.

Somos assim em vários outros aspectos, tentamos sempre sermos diferentes nos relacionamentos, fazendo com que o primeiro beijo com aquela pessoa tenha a mesma sensação de borboletas no estomago que o primeiro beijo da sua adolescência.

Façamos o novo, procurando experiências novas, sabendo que hoje temos a sabedoria que não tínhamos no passado. Aproveite a vida como se cada paisagem e situação vivida fosse inexplicavelmente nova e excitante.

Extraído de: http://paradalesbica.com.br/2009/10/com-o-tempo-nos-perdemos-de-nos-mesmas/

Um Livro Que Não Acaba!!!

Revista Época:


Quantos livros, revistas e jornais você carrega na bolsa ou na mochila? Quantas vezes você não se arrependeu de ter deixado um deles em casa, por causa do peso? E com que frequência quis lembrar de algum artigo que leu em algum lugar e não consegue mais localizar? Nas próximas duas semanas, os brasileiros poderão experimentar a mesma sensação que os americanos desfrutam desde 2007: carregar sua estante de livros dentro de um aparelho de 290 gramas e as dimensões de um gibi. Com mecanismo de busca e espaço para anotação. A Amazon, maior livraria do mundo, anunciou que está ampliando a venda do Kindle, seu leitor de livros eletrônicos, para mais cem países do mundo. Mais do que um equipamento munido de uma tela e capaz de guardar 1.500 arquivos digitalizados, o Kindle representa uma revolução no modo como lemos.


Ele representa uma possível união entre a universalidade prometida pela internet e a privacidade oferecida pelo livro. E consegue fazer isso com um modelo de negócio – herdado do mundo da música – que facilita a disseminação de conteúdo, mas garante a remuneração do criador (e portanto o incentivo à produção). Assim como nos iPods, da Apple (e nas lojas de música da Nokia e outras), o usuário compra um aparelho e ganha o direito de usufruir um serviço de compra de conteúdo. No caso do Kindle, é possível comprar mais de 200 mil títulos do próprio aparelho, que recebe os arquivos por uma rede 3G (a mesma usada no celular). “Esteja em Paris, Mumbai ou São Paulo, você pode pensar num livro e começar a lê-lo em menos de 60 segundos”, disse Jeff Bezos, criador do Kindle e fundador da Amazon, no anúncio mundial, feito na quarta-feira.










**E Eu???**

Acho Um Tanto Quanto Atrasado!!! Hoje Em Dia Até Celulares Têm Funções E-Livro!!!

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Sugestão de Filme: Beijando Jéssica Stein.

" Não é só a inércia a responsável pelo fato das relações humanas se repetirem caso após caso indescritivelmente monótonas e viciadas.
   É a inibição frente a qualquer experiência nova e imprevista com a qual não nos achamos capazes de lidar. Mas só alguém que esteja disposto a qualquer coisa, que não exclua nada, nem mesmo o mais enigmático, viverá a relação com o outro como uma experiência viva."   "Rilke – Kissing Jessica Stein".


Sinopse: Jessica (Jennifer Westfeldt) é uma jornalista nova-iorquina sensível, mas completamente paranóica que está solitária e sem sair há muito tempo com ninguém. Jessica então percebe um anúncio interessante, cujo único porém é estar na seção “Mulher Procura Mulher” de uma revista. Jessica decide responder ao anúncio e marcar um encontro com Helen Cooper (Heather Juergensen), com quem, para sua surpresa, percebe ter um entrosamento instantâneo.
MUITO BOM!!!

Download: http://www.megaupload.com/?d=G3I0I6CQ

domingo, 4 de outubro de 2009

Feliz Aniversário, Júnior!!!

Delírios de Mim Mesma.

Cara, Outro Dia Você Nasceu!!! E Agora, Como Se O Tempo Não Tivesse Passado TANNNNNTO, Você Me Vem e Completa 18 Anos!!!


CARACA!!! Tu Tá Ficando Véi!!!


Mas Eu Não!!! Eu Nunca!!! Eu Era Só Uma Criança Quando Você Nasceu, Então Para Todos Os Efeitos, Temos Quase a Mesma Idade!!! E Eu Com Uma Vantagem... Eu Não Envelheço, Eu Viro Purpurina!!! Hehehehe.


Feliz Aniversário, Meu Lindo!!!
Tenho Muito Orgulho de Ser Sua Tia!!!


Toque de Recolher - Toinho Alves (Meu Ídolo)

Extraído: Tempo Algum  -  Blog Antônio Alves!!! (Meu Ídolo).

Limpar a casa, abrir as janelas, regar as plantas que o verão acreano está forte e seco com seus dias quentes de sol soberano e suas noites frias de estrelas cintilantes. Molhar o dedo na água do açude e erguer ao vento, pra sentir de que lado sopra. Ler o livro antigo. Gengibre limpa, cidreira acalma, tabaco tira reima.

Ver, ouvir e calar. Desvencilhar-se do emaranhado rasteiro, bater os sapatos ao pé da escada, olhar para cima. Como as onças, reunir todos os músculos ao redor de um ponto no solo antes de saltar. Minguar com a minguante para depois renovar tudo num momento.

Num momento, tudo.

Complexo de Lear.

Marina Silva.

Extraído: http://tempoalgum.blogspot.com/2009/08/complexo-de-lear.html  -  Blog de Antônio Alves!!! (Meu Ídolo)

DURANTE CURSO de especialização na Universidade de Brasília, estudei a obra "Rei Lear", de Shakespeare. Talvez a tragédia possa nos ajudar a entender um pouco a política brasileira.

Ao sentir-se velho, Lear decide abdicar da sua condição de rei, do enfadonho encargo de governar. Chama as filhas -Goneril, Regana e Cordélia- para dividir seus bens e poder, anunciando que seria mais agraciada aquela que lhe fizesse a maior declaração de amor. E impõe outra condição: enquanto vivesse, o rei deveria ter assegurado respeito, prestígio, cuidado e, quem sabe, até mesmo o amor de suas filhas e súditos. Quer deixar de ser rei sem perder a majestade.

Cordélia, a mais jovem, com quem o rei mais se identificava, e que muito o amava, não soube dizer o que sentia. As outras não sentiam amor pelo pai, mas eram hábeis na verve.

O que torna sua jornada trágica e dolorosa é que Lear se recusa a retornar ao que um dia foi, um simples homem, rei de si mesmo. Não quer morrer, tornar-se passado. Quer ser sucessivo como é a vida, reviver a fase do prazer de poder. Quer ter séquito e até mesmo um bobo para ninar seu desamparo.

Mas ninguém pode impunemente regredir sem ser atormentado pelo fantasma da repetição. No seu obsessivo desejo de ser amado, Lear agarra-se às palavras de Goneril e Regana. E rejeita amargamente a rebeldia de Cordélia, que só sabia sentir e não se sujeita a ter que fazer uma declaração de amor ao pai, obrigando-o a perceber esse amor no único lugar onde deveria estar: no resultado afetivo de suas relações pessoais.

Não por acaso desmorona o mundo de Lear. O que antes era tão bem definido, passa a ser ambivalente. Certeza e dúvida, coragem e medo, segurança e desamparo. A loucura de não mais saber quem é.

O alto preço por ter almejado e transformado em "ato" o desejo de retornar ao lugar onde um dia esteve e querer assumir a forma do que um dia foi. Ele só existe no mundo daqueles que o aceitam e o amam tal como é. E mesmo estes, incluindo Cordélia, não têm mais como aceitar seu governo senil. Até porque foi ele próprio quem decidiu abdicar de ser quem era para tornar-se quem não mais podia ser.

Tornou-se merecedor da reprimenda feita por meio das palavras do bobo: "Tu não deverias ter ficado velho antes de ter ficado sábio".
Genial Shakespeare, trágico rei, frágil humanidade de sempre, que não quer passar. Que infringe a ordem dos acontecimentos, sem o árduo trabalho de elaborá-los. Que desiste de ressignificar-se, e quer tão somente repetir o prazer da sensação vivida nas ilusões de majestade.

Bebê Beyoncé!!! Lindo!!!

Rio 2016 A Paixão Nos Une!!!!